Parque Mangabeiras

Parque Mangabeiras

2010 - Mirante no Parque Mangabeiras

Uma caminhada ecológica em Belo Horizonte. Fui ao parque das mangabeiras com um grupo de pessoas brilhantes. Cada um levou sua contribuição para o que seria um belo pic-nic de café da manhã.

Na caminhada inicial fui andando na frente com uma garota muito especial que queria achar uma pedra. Por isso eu fui perguntando que tipo e forma de pedra ela queria e porque. No começo ela dizia que não sabia, mas aos poucos perguntava novamente, enfatizando na frase “e se você soubesse”. Foi muito interessante como ela foi dizendo as informações. Ela queria uma pedra vermelha, e respondeu que era uma pedra para guiar. Depois disse que o formato seria quadrado. Ela estava filmando nossa caminhada com seu celular. Quando vi um passarinho na mata passeando mostrei pra ela e logo depois me reintegrei ao grupo.

Daí a pouco chegamos no mirante. Não tinha passado lá antes, mesmo morando em BH por um bom tempo. A vista é ótima. O Yashido ganhou um chocolate de presente do Yokandesh. O movimento foi rápido por lá, tiramos algumas fotos juntos. O grupo decidiu que era hora de comer, e fomos achar umas mesas por perto. Servimos a comida e bebida. Tinha pão de queijo, água de côco, pão de azeitona, patê de tomate seco, bolo de nozes e outras coisas mais. Foquei a lista no que eu consumi.

Daí resolvemos relaxar e meditar um pouco pra relaxar, aproveitei e coloquei uns cristais nos pontos cardeais e fomos. Meu Malah como sempre mexendo a cada Mantra. Pouco depois fui embora preparar pro jantar de aniversário da minha mãe à noite. Parabens mãe!

Yokandesh

Grupo Parque Mangabeiras

2010 - Pessoas brilhantes no Parque Mangabeiras

Parque Lage

Passeio Parque Lage

2010 - Passeio Parque Lage

Um relato de como um passeio contém varios aprendizados. Estava marcado para chegar às 9:30 no Parque da Lage, na Rua. Jardim Botânco 414. Ainda eram 9:25 quando estava no ônibus passando pela rua do Parque. Desci no ponto e já faltavam três minutos, quando receio a ligação de Shantami –  ”Yokandesh, já chegou?”. De fato tinha acabado de chegar e ela me disse que estavam no café. Fui caminhando em direção ao café e na escadaría ouço um grito de Lexim de Gerand que me avistava de longe, ao lado da fonte.

Conversamos um pouco, chegaram alguns mais, completando os 7 e iniciou-se a caminhada. Num cruzamento de trilhas fizemos uma roda e agradecemos por estar lá no parque juntos. Depois combinamos de ficar atentos para tudo que aconteça por lá. Quem vê animais e detalhes das plantas. Enquanto faziamos esse acordo duas borboletas namoravam bastante voando em círculos, uma atrás da outra. Todos perceberam, elas também e voaram entre o nosso círculo e depois se foram juntando o olhar de todos no Sol que vinha entre folhas de árvores. Olhamos para o Sol, fechamos os olhos, respiramos fundo e fomos adiante.

Entramos num pequeno aquário, fomos olhando os peixes. Havia um com olhos grande que me fez lembrar do Sayuro. Durante esse trajeto o Lexim já estava interagindo com uma menina, em menos de um minuto já estava anotando os contatos da menina e passando o site do Condor. Bem impactante, ótimo momento de se duplicar.

Seguimos adiante caminhando e vimos duas árvores que caíram. Uma mais frágil que tinha raízes fracas, que provavelmente caiu por vento ou pelos cupins. A outra era bem grande e forte, que parece ter sido atingida por um raio pois a raíz continuava toda no solo.

A atenção era exigida a todo momento pelo Lexim. “Quantas pessoas tem atrás de você?”. “O que está escrito na camisa dela?”. A maioria das perguntas, infelizmente, não foram acertadas.

Num outro momento uma menina chorava no “canto dos namorados”, apesar do pranto dela não ter nada a ver com isso. Lexim se aproximou, conversou, agora sim, alguns minutos e depois Yokandesh estava lá pra anotar os dados novamente.

Meditamos um pouco falamos sobre esfera. Esfera do Norte, e focamos na direção Norte. Como o ditado popular já diz, nosso Norte, nossa visão. O que nos mantém focados, entusiasmados e ativos. Relembrei quatro resultados que são alinhados com um sonho pessoal e humanitário.

De novo uma pergunta. “De que lado caiu a folha?”. Yokandesh com 50% de chance errou. Achou que estava atento ao seu lado direito e disse: Esquerdo. A folha tinha caído no lado mais atento, o direito.

Fomos para o café esperamos um pouco. O único que esperou tomando suco foi Lexim que disse: “Alguns esperam outros fazem por onde. Depende da sua sede.” Enquanto isso Yokandesh estava proseando com Shantami como atrair ou abordar mais as pessoas. Logo após estava Lexim conversando com outra mulher, que neste caso estava com a família completa. Tinha uma marca natural na testa. Novamente o Yokandesh estava lá pra anotar os contatos. Antes de  sentar na mesa Lexim disse: “3×0!”

Comemos e aprendimos com uma amiga a benção do Budismo Tibetano pra comida: “Mahayana Mahobi Mahayana” Yamilen deve me confirmar a informação depois de contar pro Lama Dorje. *Yamilen disse que a palavra Mahayana existe, mas não é pra benção de alimentos.

Na saída despedimos da família, conhecemos os filhos e soubemos do Pai, que é praticante, a 8 anos, de esgrima! Perto do estacionamento tiramos a foto que ilustra este relato.

Agradeço a manhã mágica. Aho!
Yokandesh